OS AFOGAMENTOS
Repentinamente o banhista percebe que se afastou demais da praia. Inquieto e preocupado com a resistência necessária para a volta, começa a nadar vigorosamente. A correnteza se opõe a seus esforços. O medo logo se transforma em pânico e os esforços parecem mais impotentes.
Os movimentos passam a ser desordenados, as energias se consomem rapidamente. Entre uma onda e outra consegue vislumbrar a praia batida de sol e sente que nunca mais a alcançará.
Não é uma idéia de morte, é um pressentimento que lhe toma todo o ser.
Afunda, luta ainda mecanicamente, sente que engole água, mas consegue voltar, para logo em seguida submergir de novo.
A consciência abando-o aos poucos, debate-se debilmente.
De repente percebe que é ajudado, e quando consegue ver a cara feia do salva-vidas, acha que não existe anjo mais lindo no céu: está salvo do afogamento.
O aumento crescente da atração por esportes aquáticos vem chamando a atenção para os acidentes por afogamentos.
O QUE É AFOGAMENTO?
Afogamento é uma forma de asfixia ou anoxia, isto é, privação de oxigênio no sangue.
Ocorre por imersão prolongada num meio líquido, com enxarcamento dos alvéolos pulmonares por um líquido circunjacente.
O termo asfixia indica baixo nível de oxigênio no sangue, resultante de obstáculos à passagem do ar através das vias respiratórias ou dos pulmões, com ou sem inundação.
Há pessoas por exemplo, que morre afogada sem aspirar muita água para dentro dos pulmões.
É que o bloqueio nestes casos resulta de um espasmo da glote irritada pela presença do líquido.
Portanto a asfixia é mortal principalmente porque privadas de oxigênio, as células nervosas, inclusive as do cérebro, morrem ao cabo de alguns minutos, e assim gradualmente interrompem-se as funções vitais.
O afogamento pode ocorrer tanto com um bom nadador como com aquele sem nenhuma condição natatória.
TIPOS DE AFOGAMENTO
Considerado um dos processos capazes de conduzir à asfixia, o afogamento é classificado em:
• Quanto ao mecanismo: Primitivo ou Secundário
• Quanto à natureza do líquido: Ocorrido em água doce ou ocorrido em água salgada.
• Quanto à gravidade do quadro (aspecto da vítima):
o Grau I – afobado
o Grau II – enxarcamento alveolar
o Grau III - parada respiratória
o Grau IV – morte aparente
Afogamento Primitivo – é aquele em que ocorre a asfixia e, a seguir a síncope. Este tipo de afogamento acontece à medida em que a vítima luta coincidentemente para escapar. No processo os esforços podem consumir reservas de oxigênio e acelerar o desfecho mortal. Na síncope ocorre a queda súbita da pressão arterial ou o colapso respiratório, acompanhada de anemia cerebral e perda mais ou menos completa da consciência.
A vítima apresenta-se ciânica (azulada, lívida), congestionada, com espuma na boca e no nariz e, a respiração espaçada e profunda, antes da paralisia total.
Este é o tipo de afogamento mais comum, que acomete nadadores experimentados ou principiantes (que superestimam seus recursos).
Afogamento Secundário – é aquele em que ocorre a síncope cardíaca e a seguir a asfixia. É um processo abrupto, conseqüência de um desmaio, cãibra ou qualquer outro acidente súbito.
Muitas vezes o afogamento é precedido pelos sintomas do acidente que vai provocá-lo: náusea ligeira, angústia, dor de cabeça, peso anormal dos membros, descoordenação motora, ou dor característica das cãibras.
A congestão é uma causa temida de afogamentos secundários, geralmente decorre de uma concentração de sangue no aparelho digestivo, por causa de refeição recente. O esforço muscular da natação cria necessidades adicionais de irrigação sangüínea e oxigenação. Decorre de uma soma de necessidades que o volume de sangue não pode atender.
A deficiência de irrigação, embora não cause anormalidades maiores nos órgãos digestivos e nos músculos, poderá perturbar o funcionamento do cérebro, até causar-lhe um momentâneo desligamento ou desmaio.
No caso do afogamento complica-se o quadro, pois segue-se um asfixia que em círculo vicioso, torna ainda mais deficiente a irrigação e sobrevêm lesões graves ou mortais.
Mergulhos infelizes, quedas ou pancadas acidentais, poderão provocar desmaios, se os órgãos atingidos forem a cabeça, olhos, testículos, estômago (por repercussão no feixe de nervos que passa por trás dele, o plexo solar).
Mesmo choques alérgicos causados pelo contato com certos animais como a água viva, algas ou plancto (massa suspensa de microorganismos do mar), poderão provocar distúrbios inibidos.
No afogamento secundário, a vítima apresenta-se com aspecto lívido e pálido, não tendo espuma na boca e nem no nariz, e a respiração aparentemente ausente.
Neste grupo temos o chamado afogamento seco (grau I da classificação quanto à gravidade do quadro), que devido ao espasmo da glote, não aspira água para os alvéolos pulmonares.
Um caso específico de afogamento secundário é aquele causado pela síndrome térmico-diferencial, ou seja, sintomas ligados às bruscas alterações da temperatura do corpo humano, causando parada cardíaca na vítima, o que exigirá uma pronta prestação de socorro através de ressuscitação cardio-pulmonar.
Em suma, quem nada, encontra-se numa condição precária de sobrevivência, por depender de um trabalho muscular contínuo e coordenado que não pode ser interrompido sem riscos. Qualquer fator que interfira no esforço ou na coordenação (mesmo quem “bóia” precisa coordenar os músculos) suprimem a precária condição de sobrevivência do momento.
ÁGUA SALGADA E ÁGUA DOCE
Que diferença faz afogar-se em água salgada ou água doce?
Para quem se afoga nenhuma. Mas as complicações de um afogamento que não tenha conseqüências fatais são diferentes num e noutro caso e, portanto, variam as chances de sobrevivência.
No afogamento ocorrido em água salgada os alvéolos pulmonares são encharcados com um líquido hipertônico (causador do aumento de pressão num órgão do corpo humano, no caso o pulmão), o plasma do sangue passa para os alvéolos, a fim de equilibrar as pressões osmóticas e, resulta numa hemoconcentração (acúmulo de sangue) no pulmão.
Os alvéolos inundam-se mais depressa e mais completamente com o líquido proveniente do exterior e do interior do corpo.
O coração, debilitado pela insuficiência de oxigênio, encontra nessa mesma insuficiência umas necessidade maior de esforço, pois precisa impulsionar maior volume de sangue me tempo mais curto. Mas o bloqueio dos pulmões e a pressão arterial aumentam ainda mais o comprometimento dos capilares vizinhos dos alvéolos onde ocorre a concentração do plasma do sangue.
Tudo isso somado acaba por resultar num edema agudo dos pulmões, ou seja, acúmulo de água do organismo nos pulmões, o que agrava o quadro comum de afogamento.
No afogamento ocorrido em água doce a complicação será outra. A água passará dos alvéolos para o sangue a fim de igualar as concentrações, provocando uma hemotexia, ou seja, dissolução do sangue.
A pressão osmótica se exercerá para fora do alvéolo. A água passará pela membrana permeável dos alvéolos e invadirá os capilares.
Pessoas que morrem afogadas em água doce apresentam menor volume de água nos pulmões do que as pessoas que se afogam no mar.
Mas o caso é mais grave. Dos capilares a água passa para o resto do aparelho circulatório e aumenta seriamente o volume de sangue contido nos vasos com sobrecarga para o coração, que poderá sofrer até mesmo uma súbita parada, diante da impossibilidade de movimentar tanto líquido.
Além disso, a pressão osmótica fará também seus estragos nesse caso. Por ação dela, a água poderá passar pela membrana dos glóbulos vermelhos e inflá-los a ponto de começarem a estourar. Esse fenômeno de ruptura, a hemólise, apresenta um fator adicional de gravidade para o caso, pois são justamente os glóbulos vermelhos que transportam o oxigênio no sangue. A impossibilidade do sangue transportar oxigênio poderá ser mais grave do que a própria insuficiência.
Dentro do aspecto da gravidade do quadro de hemotexia, classifica-se o afogamento em quatro graus:
• Grau I - a glote se mantém em espasmo e a vítima não aspira água
• Grau II - (enxarcamento) não há parada respiratória, apesar do
enchimento total dos alvéolos.
• Grau III - (parada respiratória) cessam completamente os
Movimentos espontâneos dos músculos respiratórios.
• Grau IV - (morte aparente) o coração pára, porém ainda não há
lesão irrecuperável do sistema nervoso.
CONSEQÜÊNCIAS TARDIAS
As vítimas de afogamento, mesmo quando sobrevivem aos socorros, poderão sofrer conseqüências de gravidade variável.
São comuns, entre as conseqüências imediatas, prolongadas ou tardias,fortes dores musculares, insônia, dor de cabeça, febre, náuseas, vômotos,diarréias e distúrbios emocionais.
É comum que, logo após o salvamento a vítima seja acometida de convulsões intensas, confusão mental ou mesmo perda total da consciência.
O efeito da irrigação sangüinea deficiente no cérebro poderá ser o de lesões definitivas e irreversíveis, afetando o aparelho locomotor (paralisia) ou as faculdades mentais. Existem registros de casos graves em que a vítima é acometida por lesões nervosas que impede de recobrar a consciência, e causam o óbito até 20 ou 30 dias depois do afogamento.
A hemólise que ocorre nos afogamentos por água doce não provoca apenas as manifestações descritas. A hemoglobina liberada dos glóbulos vermelhos quando se rompe a membrana celular que os envolve, acumula-se no sangue em níveis tão elevados que chegam a entupir as vias renais. A súbita sobrecarga que acomete os rins impossibilita sua excreção normal e demais funções. Decorre daí a anúria, ou impossibilidade de urinar; uma característica do quadro de insuficiência renal aguda de graves conseqüências.
A uréia acumulada no sangue em altos níveis, bem como as substâncias tóxicas que os rins deixam de excretar, acabam por provocar distúrbios fatais, que poderão ocorrer tardiamente.
Outra conseqüência mortal da hemólise decorre da liberação de potássio no sangue. O potássio que normalmente se encontra encapsulado dentro das células sangüíneas, poderá provocar distúrbios musculares nas fibras cardíacas . Essa afecção não provoca efeitos fulminantes imediatos.O processo da hemólise leva algumas horas até chegar a atingir níveis mortais, e a ação do potássio,portanto poderá determinar a parada cardíaca muitas horas após o salvamento.
Por outro lado, a entrada de corpos estranhos na árvore respiratória (aspiração de vômito, detritos do mar, algas marinhas, areia, etc...) facilita o aparecimento de infecções como a pneumonia encontrada na maioria dos afogados.
Apesar da gravidade do afogamento, a maioria dos acidentes são recuperáveis, se atendidos a tempo e com eficiência.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Exercícios afogamentos aula 01 03 2019
Exercícios Afogamento Primitivo
1- que é afogamento ?
2- o que é anoxia?
3- O que acontece na asfixia por imersão prolongada num meio líquido?
4- Pode ocorrer uma asfixia sem inundação dos alvéolos pulmonares ?
5- O que é espasmo de glote ?
6- Por que a asfixia pode ser mortal ?
7- Como podem se classificados os afogamentos ?
8- O que é afogamento primitivo ?
9- O que é síncope ?
10- Qual o tipo de afogamento em que a vítima apresenta espuma na boca ?
Exercícios Afogamento secundário
1-em que tipo de afogamento ocorre a síncope cardíaca ?
2-Por que o afogamento secundário é considerado um processo abrupto ?
3- Quais sintomas podem “avisar” que o afogamento pode ocorrer ?
4-por que a congestão pode causar o afogamento secundário ?
5- Quais órgãos e por que, se atingidos podem provocar desmaios ?
6- Quais as causas de um afogamento secundário ?
7- Qual o aspecto de uma vitima de afogamento secundário ?
8- O que é afogamento seco ?
9- Qual a causa do afogamento seco ?
11- O que é Síndrome térmica-deferencial, o que ela pode causar ?
1- que é afogamento ?
2- o que é anoxia?
3- O que acontece na asfixia por imersão prolongada num meio líquido?
4- Pode ocorrer uma asfixia sem inundação dos alvéolos pulmonares ?
5- O que é espasmo de glote ?
6- Por que a asfixia pode ser mortal ?
7- Como podem se classificados os afogamentos ?
8- O que é afogamento primitivo ?
9- O que é síncope ?
10- Qual o tipo de afogamento em que a vítima apresenta espuma na boca ?
Exercícios Afogamento secundário
1-em que tipo de afogamento ocorre a síncope cardíaca ?
2-Por que o afogamento secundário é considerado um processo abrupto ?
3- Quais sintomas podem “avisar” que o afogamento pode ocorrer ?
4-por que a congestão pode causar o afogamento secundário ?
5- Quais órgãos e por que, se atingidos podem provocar desmaios ?
6- Quais as causas de um afogamento secundário ?
7- Qual o aspecto de uma vitima de afogamento secundário ?
8- O que é afogamento seco ?
9- Qual a causa do afogamento seco ?
11- O que é Síndrome térmica-deferencial, o que ela pode causar ?
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
aula de 01 02 2010
Ramos da natação
O ensino da natação pode ser situado em três níveis diferentes:
1- Meio utilitário (salvamentos, fins militares, terapias)
2- Desportiva ( natação pura (estilos, maratonas, travessias), nado sincronizado, saltos, pólo aquático)
3- Recreação (jogos de adaptação ao meio aquático – equilíbrio, respiração e propulsão)
O ensino da natação tem sofrido ao longo dos tempos uma evolução notável. Os métodos foram sendo aperfeiçoados, assim como a aprendizagem tendeu a começar cada vez mais cedo.
Nosso principal objetivo é dar uma orientação do ensino da natação, visando uma maior rentabilidade. Paralelamente pretendemos proporcionar aos professores a possibilidade de organizarem o seu trabalho com uma seqüência lógica e avaliá-lo passo a passo, de modo a saberem dos resultados alcançados.
Para organizar o ensino o professor precisa dominar:
1- o conteúdo a ser ensinado
2- conhecer as aptidões dos alunos
3- saber formular objetivos
4- dominar os métodos e meios de ensino
5- estar a par dos recursos humanos e outros disponíveis.
Razões que justificam uma adaptação ao meio líquido.
O homem não possui os seus órgãos adaptados para viver dentro de água. Sua atitude habitual em terra consiste numa posição vertical com os pés apoiados. Para se deslocar basta lhe provocar um pequeno desequilíbrio e fazer deslocar os pés um à frente do outro, apoiando-se em terreno firme.
Na água tudo se passa de forma diferente, e as ações dos braços passam a ser mais fortes do que a das pernas.. No entanto, ambas desempenham um importante papel. Simultaneamente, os apoios não são fixos. Daí as ações motoras passam a ser efetuadas em força crescente.
Noções elementares de fisiologia aplicadas à natação
Sistema nervoso – Os diferentes órgãos que compõem o corpo humano não são independentes uns dos outros, mas sim solidários. È o sistema nervoso que assegura as relações interiores do organismo, pondo-o em contato com o mundo exterior.
Músculos – o movimento é possível graças à existência dos músculos, ossos e articulações. Existem dois grandes grupos de músculos: os músculos estriados e os músculos lisos.Os movimentos propulsivos necessitam duma aprendizagem e de repetição que conduzam a uma automatização do novo gesto.
Aparelho respiratório – O aparelho respiratório é composto pelas fossas nasais ( boca e nariz ), laringe, traquéia, brônquios e pulmões. O tecido pulmonar é constituído por uma grande quantidade de alvéolos. A parede dos alvéolos é atapetada por uma membrana respiratória ao nível da qual se processam as trocas gasosas. A respiração em natação é essencialmente diferente da respiração em terra. A expiração é feita no meio aquático, obrigando a vencer a resistência da água. Conseqüentemente, o momento expiratório é bastante longo, relativamente ao momento inspiratório que é breve. É esta a razão essencialmente pela qual a inspiração se faz pela boca. Em natação a respiração é inicialmente voluntária, sendo necessário um trabalho apropriado e repetido para a aquisição do seu automatismo.
Órgãos de sensibilidade táctil, térmica, à dor e à pressão - A nossa pele é constituída por três camadas que contém os receptores necessários para as sensações tácteis, térmicas, dolorosas e de pressão. A epiderme fornece informações de dor e tacto, a derme fornece informações de temperatura e a hipoderme oferece informações de pressão. Em natação as sensações de contato, pressão e temperatura tem um papel de relevo, pelas seguintes razões:
1º) a imersão no elemento líquido, quando este não está a uma temperatura conveniente, condiciona o tempo de permanência e, conseqüentemente , a aprendizagem.
2º) as informações vindas da pele alteram o ritmo respiratório.
3º a percepção das sensações de pressão da água nos membros, no trajeto aquático, deve ser desenvolvida, com informações para o aperfeiçoamento dos gestos.
Órgãos de regulação do equilíbrio – A regulação do equilíbrio é um mecanismo complexo. No interior do ouvido interno existem 3 órgãos: os canais semi-circulares, o sáculo e o utrículo, que não desempenham qualquer função auditiva. Estes sistemas contém órgãos sensíveis que transmitem a noção da posição do corpo no espaço pela interpretação das alterações de velocidade e colocação da cabeça em relação ao espaço exterior, quer em relação ao próprio corpo. A associação dos estímulos visuais, vestibulares ( ouvido interno) e as informações enviadas dos diferentes músculos, permitem-nos a regulação do equilíbrio e do conhecimento do nosso corpo. A força da gravidade sobre as diferentes partes do corpo e ainda as sensações plantares, conseqüentes do contato com o solo, tem um papel preponderante na regulação da atitude. Assim em natação não é de estranhar que o desaparecimento das sensações gravíticas, anuladas pela força da impulsão, fazendo desaparecer as sensações plantares, a alteração da posição afetando as sensações vestibulares habituais, contribuam para dificultar a integração no meio aquático e a percepção do esquema corporal.
Aparelho visual – em natação a importância da visão coloca-se a três níveis:
1º de adapatação – pelas alterações da visão normal e pelas atitudes de defesa ocasionada pela água nos olhos.
2º de competição – na manutenção da direção, o que só é possível com a ajuda de referências, tais como as raias e pela aferição das distâncias para a organização das partidas, viradas e chegadas.
3º pela importância que deve ser dada à exemplificação dos movimentos como meio de informação.
Alterações que ocorrem
Em Terra Na Água
Deslocamento VERTICAL – apoios fixos
pernas – locomoção
braços – papel equilibrador HORIZONTAL – Apoios não fixos; os braços e as pernas passam a ter um papel no deslocamento, embora com uma inversão relativa de valores.
Respiração AUTOMATISMO INATO
”sem participação do indivíduo” DE VOLUNTÁRIA A AUTOMÁTICA “com participação do indivíduo”
Visão NORMAL LIMITADA pelos fenômenos de refração
Audição NORMAL MUITO LIMITADA
Meio ambiente Contato com a atmosfera
frio – calor Contato com a água
frio – mecanismos de adaptação
Noção de esquema corporal Sentido Cinestésico ( informações enviadas das diferentes partes do corpo) Grande apelo
sensações plantares Desaparecem
sensações vestibulares Alterações
Exercícios de fixação
1) O QUE VEM A SER NATAÇÃO COMO MEIO UTILITÁRIO ?
2) O QUE É ENSINADO NA NATAÇÃO DESPORTIVA ?
3) ONDE SE ENCAIXARIA A NATAÇÃO PARA GESTANTES E A NATAÇÃO PARA BEBÊS ?
4) QUAL É O CONHECIMENTO QUE O PROFESSOR PRECISA TER PARA ORGANIZAR SUAS AULAS ?
5) POR QUE A ADAPTAÇÃO AO MEIO LÍQUIDO É TÃO NECESSÁRIA?
6) O QUE É DIFERENTE NA RESPIRAÇÃO AQUÁTICA ?
7) QUAIS OS TIPOS DE INFORMAÇÕES DADAS PELA EPIDERME, DERME E HIPODERME?
8) QUAL A IMPORTÂNCIA DAS SENSAÇÕES DE CONTATO, PRESSÃO E TEMPERATURA PARA A NATAÇÃO ?
9) QUAIS SÃO OS ORGÃOS DO OUVIDO INTERNO QUE NÃO DESEMPENHAM FUNÇÃO AUDITIVA?
10) QUAL A FUNÇÃO DOS CANAIS SEMI-CIRCULARES, SÁCULO E UTRÍCULO?
11) O QUE NOS PERMITE A REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO E DO CONHECIMENTO DO NOSSO CORPO?
12) O QUE CONTRIBUI PARA DIFICULTAR A INTEGRAÇAO NO MEIO AQUÁTICO E A PERCEPÇÃO DO ESQUEMA CORPORAL?
13) QUAL A IMPORTÂNCIA DA VISÃO NA FASE DE ADAPTAÇÃO?
14) QUAL A IMPORTÂNCIA DA VISÃO NAS COMPETIÇÕES ?
15) QUAL A IMPORTÂNCIA DA VISÃO NA APRENDIZAGEM ?
16) QUAL A DIFERENÇA OBSERVADA NO DESLOCAMENTO REALIZADO EM TERRA OU EM ÁGUA ?
17) QUAL A DIFERENÇA OBSERVADA NA RESPIRAÇÃO REALIZADA FORA E DENTRO DA ÁGUA ?
18) O QUE OCORRE COM AS SENSAÇÕES PLANTARES NA ÁGUA ?
19) O QUE ACONTECE COM AS SENSAÇÕES VESTIBULARES NA ÁGUA ?
O ensino da natação pode ser situado em três níveis diferentes:
1- Meio utilitário (salvamentos, fins militares, terapias)
2- Desportiva ( natação pura (estilos, maratonas, travessias), nado sincronizado, saltos, pólo aquático)
3- Recreação (jogos de adaptação ao meio aquático – equilíbrio, respiração e propulsão)
O ensino da natação tem sofrido ao longo dos tempos uma evolução notável. Os métodos foram sendo aperfeiçoados, assim como a aprendizagem tendeu a começar cada vez mais cedo.
Nosso principal objetivo é dar uma orientação do ensino da natação, visando uma maior rentabilidade. Paralelamente pretendemos proporcionar aos professores a possibilidade de organizarem o seu trabalho com uma seqüência lógica e avaliá-lo passo a passo, de modo a saberem dos resultados alcançados.
Para organizar o ensino o professor precisa dominar:
1- o conteúdo a ser ensinado
2- conhecer as aptidões dos alunos
3- saber formular objetivos
4- dominar os métodos e meios de ensino
5- estar a par dos recursos humanos e outros disponíveis.
Razões que justificam uma adaptação ao meio líquido.
O homem não possui os seus órgãos adaptados para viver dentro de água. Sua atitude habitual em terra consiste numa posição vertical com os pés apoiados. Para se deslocar basta lhe provocar um pequeno desequilíbrio e fazer deslocar os pés um à frente do outro, apoiando-se em terreno firme.
Na água tudo se passa de forma diferente, e as ações dos braços passam a ser mais fortes do que a das pernas.. No entanto, ambas desempenham um importante papel. Simultaneamente, os apoios não são fixos. Daí as ações motoras passam a ser efetuadas em força crescente.
Noções elementares de fisiologia aplicadas à natação
Sistema nervoso – Os diferentes órgãos que compõem o corpo humano não são independentes uns dos outros, mas sim solidários. È o sistema nervoso que assegura as relações interiores do organismo, pondo-o em contato com o mundo exterior.
Músculos – o movimento é possível graças à existência dos músculos, ossos e articulações. Existem dois grandes grupos de músculos: os músculos estriados e os músculos lisos.Os movimentos propulsivos necessitam duma aprendizagem e de repetição que conduzam a uma automatização do novo gesto.
Aparelho respiratório – O aparelho respiratório é composto pelas fossas nasais ( boca e nariz ), laringe, traquéia, brônquios e pulmões. O tecido pulmonar é constituído por uma grande quantidade de alvéolos. A parede dos alvéolos é atapetada por uma membrana respiratória ao nível da qual se processam as trocas gasosas. A respiração em natação é essencialmente diferente da respiração em terra. A expiração é feita no meio aquático, obrigando a vencer a resistência da água. Conseqüentemente, o momento expiratório é bastante longo, relativamente ao momento inspiratório que é breve. É esta a razão essencialmente pela qual a inspiração se faz pela boca. Em natação a respiração é inicialmente voluntária, sendo necessário um trabalho apropriado e repetido para a aquisição do seu automatismo.
Órgãos de sensibilidade táctil, térmica, à dor e à pressão - A nossa pele é constituída por três camadas que contém os receptores necessários para as sensações tácteis, térmicas, dolorosas e de pressão. A epiderme fornece informações de dor e tacto, a derme fornece informações de temperatura e a hipoderme oferece informações de pressão. Em natação as sensações de contato, pressão e temperatura tem um papel de relevo, pelas seguintes razões:
1º) a imersão no elemento líquido, quando este não está a uma temperatura conveniente, condiciona o tempo de permanência e, conseqüentemente , a aprendizagem.
2º) as informações vindas da pele alteram o ritmo respiratório.
3º a percepção das sensações de pressão da água nos membros, no trajeto aquático, deve ser desenvolvida, com informações para o aperfeiçoamento dos gestos.
Órgãos de regulação do equilíbrio – A regulação do equilíbrio é um mecanismo complexo. No interior do ouvido interno existem 3 órgãos: os canais semi-circulares, o sáculo e o utrículo, que não desempenham qualquer função auditiva. Estes sistemas contém órgãos sensíveis que transmitem a noção da posição do corpo no espaço pela interpretação das alterações de velocidade e colocação da cabeça em relação ao espaço exterior, quer em relação ao próprio corpo. A associação dos estímulos visuais, vestibulares ( ouvido interno) e as informações enviadas dos diferentes músculos, permitem-nos a regulação do equilíbrio e do conhecimento do nosso corpo. A força da gravidade sobre as diferentes partes do corpo e ainda as sensações plantares, conseqüentes do contato com o solo, tem um papel preponderante na regulação da atitude. Assim em natação não é de estranhar que o desaparecimento das sensações gravíticas, anuladas pela força da impulsão, fazendo desaparecer as sensações plantares, a alteração da posição afetando as sensações vestibulares habituais, contribuam para dificultar a integração no meio aquático e a percepção do esquema corporal.
Aparelho visual – em natação a importância da visão coloca-se a três níveis:
1º de adapatação – pelas alterações da visão normal e pelas atitudes de defesa ocasionada pela água nos olhos.
2º de competição – na manutenção da direção, o que só é possível com a ajuda de referências, tais como as raias e pela aferição das distâncias para a organização das partidas, viradas e chegadas.
3º pela importância que deve ser dada à exemplificação dos movimentos como meio de informação.
Alterações que ocorrem
Em Terra Na Água
Deslocamento VERTICAL – apoios fixos
pernas – locomoção
braços – papel equilibrador HORIZONTAL – Apoios não fixos; os braços e as pernas passam a ter um papel no deslocamento, embora com uma inversão relativa de valores.
Respiração AUTOMATISMO INATO
”sem participação do indivíduo” DE VOLUNTÁRIA A AUTOMÁTICA “com participação do indivíduo”
Visão NORMAL LIMITADA pelos fenômenos de refração
Audição NORMAL MUITO LIMITADA
Meio ambiente Contato com a atmosfera
frio – calor Contato com a água
frio – mecanismos de adaptação
Noção de esquema corporal Sentido Cinestésico ( informações enviadas das diferentes partes do corpo) Grande apelo
sensações plantares Desaparecem
sensações vestibulares Alterações
Exercícios de fixação
1) O QUE VEM A SER NATAÇÃO COMO MEIO UTILITÁRIO ?
2) O QUE É ENSINADO NA NATAÇÃO DESPORTIVA ?
3) ONDE SE ENCAIXARIA A NATAÇÃO PARA GESTANTES E A NATAÇÃO PARA BEBÊS ?
4) QUAL É O CONHECIMENTO QUE O PROFESSOR PRECISA TER PARA ORGANIZAR SUAS AULAS ?
5) POR QUE A ADAPTAÇÃO AO MEIO LÍQUIDO É TÃO NECESSÁRIA?
6) O QUE É DIFERENTE NA RESPIRAÇÃO AQUÁTICA ?
7) QUAIS OS TIPOS DE INFORMAÇÕES DADAS PELA EPIDERME, DERME E HIPODERME?
8) QUAL A IMPORTÂNCIA DAS SENSAÇÕES DE CONTATO, PRESSÃO E TEMPERATURA PARA A NATAÇÃO ?
9) QUAIS SÃO OS ORGÃOS DO OUVIDO INTERNO QUE NÃO DESEMPENHAM FUNÇÃO AUDITIVA?
10) QUAL A FUNÇÃO DOS CANAIS SEMI-CIRCULARES, SÁCULO E UTRÍCULO?
11) O QUE NOS PERMITE A REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO E DO CONHECIMENTO DO NOSSO CORPO?
12) O QUE CONTRIBUI PARA DIFICULTAR A INTEGRAÇAO NO MEIO AQUÁTICO E A PERCEPÇÃO DO ESQUEMA CORPORAL?
13) QUAL A IMPORTÂNCIA DA VISÃO NA FASE DE ADAPTAÇÃO?
14) QUAL A IMPORTÂNCIA DA VISÃO NAS COMPETIÇÕES ?
15) QUAL A IMPORTÂNCIA DA VISÃO NA APRENDIZAGEM ?
16) QUAL A DIFERENÇA OBSERVADA NO DESLOCAMENTO REALIZADO EM TERRA OU EM ÁGUA ?
17) QUAL A DIFERENÇA OBSERVADA NA RESPIRAÇÃO REALIZADA FORA E DENTRO DA ÁGUA ?
18) O QUE OCORRE COM AS SENSAÇÕES PLANTARES NA ÁGUA ?
19) O QUE ACONTECE COM AS SENSAÇÕES VESTIBULARES NA ÁGUA ?
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Ramos da Natação Texto
Ramos da natação
O ensino da natação pode ser situado em três níveis diferentes:
1- Meio utilitário (salvamentos, fins militares, terapias)
2- Desportiva ( natação pura (estilos, maratonas, travessias), nado sincronizado, saltos, pólo aquático)
3- Recreação (jogos de adaptação ao meio aquático – equilíbrio, respiração e propulsão)
O ensino da natação tem sofrido ao longo dos tempos uma evolução notável. Os métodos foram sendo aperfeiçoados, assim como a aprendizagem tendeu a começar cada vez mais cedo.
Nosso principal objetivo é dar uma orientação do ensino da natação, visando uma maior rentabilidade. Paralelamente pretendemos proporcionar aos professores a possibilidade de organizarem o seu trabalho com uma seqüência lógica e avaliá-lo passo a passo, de modo a saberem dos resultados alcançados.
Para organizar o ensino o professor precisa dominar:
1- o conteúdo a ser ensinado
2- conhecer as aptidões dos alunos
3- saber formular objetivos
4- dominar os métodos e meios de ensino
5- estar a par dos recursos humanos e outrosdisponiveis.
Razões que justificam uma adaptação ao meio líquido.
O homem não possui os seus órgãos adaptados para viver dentro de água. Sua atitude habitual em terra consiste numa posição vertical com os pés apoiados. Para se deslocar basta lhe provocar um pequeno desequilíbrio e fazer deslocar os pés um à frente do outro, apoiando-se em terreno firme.
Na água tudo se passa de forma diferente, e as ações dos braços passam a ser mais fortes do que a das pernas.. No entanto, ambas desempenham um importante papel. Simultaneamente, os apoios não são fixos. Daí as ações motoras passam a ser efetuadas em força crescente.
Noções elementares de fisiologia aplicadas à natação
Sistema nervoso – Os diferentes órgãos que compõem o corpo humano não são independentes uns dos outros, mas sim solidários. È o sistema nervoso que assegura as relações interiores do organismo, pondo-o em contato com o mundo exterior.
Músculos – o movimento é possível graças à existência dos músculos, ossos e articulações. Existem dois grandes grupos de músculos: os músculos estriados e os músculos lisos.Os movimentos propulsivos necessitam duma aprendizagem e de repetição que conduzam a uma automatização do novo gesto.
Aparelho respiratório – O aparelho respiratório é composto pelas fossas nasais ( boca e nariz ), laringe, traquéia, brônquios e pulmões. O tecido pulmonar é constituído por uma grande quantidade de alvéolos. A parede dos alvéolos é atapetada por uma membrana respiratória ao nível da qual se processam as trocas gasosas. A respiração em natação é essencialmente diferente da respiração em terra. A expiração é feita no meio aquático, obrigando a vencer a resistência da água. Conseqüentemente, o momento expiratório é bastante longo, relativamente ao momento inspiratório que é breve. É esta a razão essencialmente pela qual a inspiração se faz pela boca. Em natação a respiração é inicialmente voluntária, sendo necessário um trabalho apropriado e repetido para a aquisição do seu automatismo.
Órgãos de sensibilidade táctil, térmica, à dor e à pressão - A nossa pele é constituída por três camadas que contém os receptores necessários para as sensações tácteis, térmicas, dolorosas e de pressão. A epiderme fornece informações de dor e tacto, a derme fornece informações de temperatura e a hipoderme oferece informações de pressão. Em natação as sensações de contato, pressão e temperatura tem um papel de relevo, pelas seguintes razões:
1º) a imersão no elemento líquido, quando este não está a uma temperatura conveniente, condiciona o tempo de permanência e, conseqüentemente , a aprendizagem.
2º) as informações vindas da pele alteram o ritmo respiratório.
3º a percepção das sensações de pressão da água nos membros, no trajeto aquático, deve ser desenvolvida, com informações para o aperfeiçoamento dos gestos.
Órgãos de regulação do equilíbrio – A regulação do equilíbrio é um mecanismo complexo. No interior do ouvido interno existem 3 órgãos: os canais semi-circulares, o sáculo e o utrículo, que não desempenham qualquer função auditiva. Estes sistemas contém órgãos sensíveis que transmitem a noção da posição do corpo no espaço pela interpretação das alterações de velocidade e colocação da cabeça em relação ao espaço exterior, quer em relação ao próprio corpo. A associação dos estímulos visuais, vestibulares ( ouvido interno) e as informações enviadas dos diferentes músculos, permitem-nos a regulação do equilíbrio e do conhecimento do nosso corpo. A força da gravidade sobre as diferentes partes do corpo e ainda as sensações plantares, conseqüentes do contato com o solo, tem um papel preponderante na regulação da atitude. Assim em natação não é de estranhar que o desaparecimento das sensações gravíticas, anuladas pela força da impulsão, fazendo desaparecer as sensações plantares, a alteração da posição afetando as sensações vestibulares habituais, contribuam para dificultar a integração no meio aquático e a percepção do esquema corporal.
Aparelho visual – em natação a importância da visão coloca-se a três níveis:
1º de adapatação – pelas alterações da visão normal e pelas atitudes de defesa ocasionada pela água nos olhos.
2º de competição – na manutenção da direção, o que só é possível com a ajuda de referências, tais como as raias e pela aferição das distâncias para a organização das partidas, viradas e chegadas.
3º pela importância que deve ser dada à exemplificação dos movimentos como meio de informação.
Alterações que ocorrem
Em Terra Na Água
Deslocamento VERTICAL – apoios fixos
pernas – locomoção
braços – papel equilibrador HORIZONTAL – Apoios não fixos; os braços e as pernas passam a ter um papel no deslocamento, embora com uma inversão relativa de valores.
Respiração AUTOMATISMO INATO
”sem participação do indivíduo” DE VOLUNTÁRIA A AUTOMÁTICA “comparticipação do indivíduo”
Visão NORMAL LIMITADA pelos fenômenos de refração
Audição NORMAL MUITO LIMITADA
Meio ambiente Contato com a atmosfera
frio – calor Contato com a água
frio – mecanismos de adaptação
Noção de esquema corporal Sentido Cinestésico ( informações enviadas das diferentes partes do corpo) Grande apelo
sensações plantares Desaparecem
sensações vestibulares Alterações
O ensino da natação pode ser situado em três níveis diferentes:
1- Meio utilitário (salvamentos, fins militares, terapias)
2- Desportiva ( natação pura (estilos, maratonas, travessias), nado sincronizado, saltos, pólo aquático)
3- Recreação (jogos de adaptação ao meio aquático – equilíbrio, respiração e propulsão)
O ensino da natação tem sofrido ao longo dos tempos uma evolução notável. Os métodos foram sendo aperfeiçoados, assim como a aprendizagem tendeu a começar cada vez mais cedo.
Nosso principal objetivo é dar uma orientação do ensino da natação, visando uma maior rentabilidade. Paralelamente pretendemos proporcionar aos professores a possibilidade de organizarem o seu trabalho com uma seqüência lógica e avaliá-lo passo a passo, de modo a saberem dos resultados alcançados.
Para organizar o ensino o professor precisa dominar:
1- o conteúdo a ser ensinado
2- conhecer as aptidões dos alunos
3- saber formular objetivos
4- dominar os métodos e meios de ensino
5- estar a par dos recursos humanos e outrosdisponiveis.
Razões que justificam uma adaptação ao meio líquido.
O homem não possui os seus órgãos adaptados para viver dentro de água. Sua atitude habitual em terra consiste numa posição vertical com os pés apoiados. Para se deslocar basta lhe provocar um pequeno desequilíbrio e fazer deslocar os pés um à frente do outro, apoiando-se em terreno firme.
Na água tudo se passa de forma diferente, e as ações dos braços passam a ser mais fortes do que a das pernas.. No entanto, ambas desempenham um importante papel. Simultaneamente, os apoios não são fixos. Daí as ações motoras passam a ser efetuadas em força crescente.
Noções elementares de fisiologia aplicadas à natação
Sistema nervoso – Os diferentes órgãos que compõem o corpo humano não são independentes uns dos outros, mas sim solidários. È o sistema nervoso que assegura as relações interiores do organismo, pondo-o em contato com o mundo exterior.
Músculos – o movimento é possível graças à existência dos músculos, ossos e articulações. Existem dois grandes grupos de músculos: os músculos estriados e os músculos lisos.Os movimentos propulsivos necessitam duma aprendizagem e de repetição que conduzam a uma automatização do novo gesto.
Aparelho respiratório – O aparelho respiratório é composto pelas fossas nasais ( boca e nariz ), laringe, traquéia, brônquios e pulmões. O tecido pulmonar é constituído por uma grande quantidade de alvéolos. A parede dos alvéolos é atapetada por uma membrana respiratória ao nível da qual se processam as trocas gasosas. A respiração em natação é essencialmente diferente da respiração em terra. A expiração é feita no meio aquático, obrigando a vencer a resistência da água. Conseqüentemente, o momento expiratório é bastante longo, relativamente ao momento inspiratório que é breve. É esta a razão essencialmente pela qual a inspiração se faz pela boca. Em natação a respiração é inicialmente voluntária, sendo necessário um trabalho apropriado e repetido para a aquisição do seu automatismo.
Órgãos de sensibilidade táctil, térmica, à dor e à pressão - A nossa pele é constituída por três camadas que contém os receptores necessários para as sensações tácteis, térmicas, dolorosas e de pressão. A epiderme fornece informações de dor e tacto, a derme fornece informações de temperatura e a hipoderme oferece informações de pressão. Em natação as sensações de contato, pressão e temperatura tem um papel de relevo, pelas seguintes razões:
1º) a imersão no elemento líquido, quando este não está a uma temperatura conveniente, condiciona o tempo de permanência e, conseqüentemente , a aprendizagem.
2º) as informações vindas da pele alteram o ritmo respiratório.
3º a percepção das sensações de pressão da água nos membros, no trajeto aquático, deve ser desenvolvida, com informações para o aperfeiçoamento dos gestos.
Órgãos de regulação do equilíbrio – A regulação do equilíbrio é um mecanismo complexo. No interior do ouvido interno existem 3 órgãos: os canais semi-circulares, o sáculo e o utrículo, que não desempenham qualquer função auditiva. Estes sistemas contém órgãos sensíveis que transmitem a noção da posição do corpo no espaço pela interpretação das alterações de velocidade e colocação da cabeça em relação ao espaço exterior, quer em relação ao próprio corpo. A associação dos estímulos visuais, vestibulares ( ouvido interno) e as informações enviadas dos diferentes músculos, permitem-nos a regulação do equilíbrio e do conhecimento do nosso corpo. A força da gravidade sobre as diferentes partes do corpo e ainda as sensações plantares, conseqüentes do contato com o solo, tem um papel preponderante na regulação da atitude. Assim em natação não é de estranhar que o desaparecimento das sensações gravíticas, anuladas pela força da impulsão, fazendo desaparecer as sensações plantares, a alteração da posição afetando as sensações vestibulares habituais, contribuam para dificultar a integração no meio aquático e a percepção do esquema corporal.
Aparelho visual – em natação a importância da visão coloca-se a três níveis:
1º de adapatação – pelas alterações da visão normal e pelas atitudes de defesa ocasionada pela água nos olhos.
2º de competição – na manutenção da direção, o que só é possível com a ajuda de referências, tais como as raias e pela aferição das distâncias para a organização das partidas, viradas e chegadas.
3º pela importância que deve ser dada à exemplificação dos movimentos como meio de informação.
Alterações que ocorrem
Em Terra Na Água
Deslocamento VERTICAL – apoios fixos
pernas – locomoção
braços – papel equilibrador HORIZONTAL – Apoios não fixos; os braços e as pernas passam a ter um papel no deslocamento, embora com uma inversão relativa de valores.
Respiração AUTOMATISMO INATO
”sem participação do indivíduo” DE VOLUNTÁRIA A AUTOMÁTICA “comparticipação do indivíduo”
Visão NORMAL LIMITADA pelos fenômenos de refração
Audição NORMAL MUITO LIMITADA
Meio ambiente Contato com a atmosfera
frio – calor Contato com a água
frio – mecanismos de adaptação
Noção de esquema corporal Sentido Cinestésico ( informações enviadas das diferentes partes do corpo) Grande apelo
sensações plantares Desaparecem
sensações vestibulares Alterações
Ramos da Natação Exercícios
Ramos da natação
Exercícios de fixação
1) O QUE VEM A SER NATAÇÃO COMO MEIO UTILITÁRIO ?
2) O QUE É ENSINADO NA NATAÇÃO DESPORTIVA ?
3) ONDE SE ENCAIXARIA A NATAÇÃO PARA GESTANTES E A NATAÇÃO PARA BEBÊS ?
4) QUAL É O CONHECIMENTO QUE O PROFESSOR PRECISA TER PARA ORGANIZAR SUAS AULAS ?
5) POR QUE A ADAPTAÇÃO AO MEIO LÍQUIDO É TÃO NECESSÁRIA?
6) O QUE É NECESSÁRIO NA APRENDIZAGEM DOS MOVIMENTOS PROPULSIVOS?
7) O QUE É DIFERENTE NA RESPIRAÇÃO AQUÁTICA ?
8) QUAIS OS TIPOS DE INFORMAÇÕES DADAS PELA EPIDERME, DERME E HIPODERME?
9) QUAL A IMPORTÂNCIA DAS SENSAÇÕES DE CONTATO, PRESSÃO E TEMPERATURA PARA A NATAÇÃO ?
10) QUAIS SÃO OR ORGÃOS DO OUVIDO INTERNO QUE NÃO DESEMPENHAM FUNÇÃO AUDITIVA?
11) QUAL A FUNÇÃO DOS CANAIS SEMI-CIRCULARES, SÁCULO E UTRÍCULO?
12) O QUE NOS PERMITE A REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO E DO CONHECIMENTO DO NOSSO CORPO?
13) O QUE CONTRIBUI PARA DIFICULTAR A INTEGRAÇAO NO MEIO AQUÁTICO E A PERCEPÇÃO DO ESQUEMA CORPORAL?
14) QUAL A IMPORTÂNCIA DA VISÃO NA FASE DE ADAPTAÇÃO?
15) QUAL A IMPORTÂNCIA DA VISÃO NAS COMPETIÇÕES ?
16) QUAL A IMPORTÂNCIA DA VISÃO NA APRENDIZAGEM ?
17) QUAL A DIFERENÇA OBSERVADA NO DESLOCAMENTO REALIZADO EM TERRA OU EM ÁGUA ?
18) QUAL A DIFERENÇA OBSERVADA NA RESPIRAÇÃO REALIZADA FORQA E DENTRO DA ÁGUA ?
19) O QUE OCORRE COM AS SENSAÇÕES PLANTARES NA ÁGUA ?
20) O QUE ACONTECE COM AS SENSAÇÕES VESTIBULARES NA ÁGUA ?
Exercícios de fixação
1) O QUE VEM A SER NATAÇÃO COMO MEIO UTILITÁRIO ?
2) O QUE É ENSINADO NA NATAÇÃO DESPORTIVA ?
3) ONDE SE ENCAIXARIA A NATAÇÃO PARA GESTANTES E A NATAÇÃO PARA BEBÊS ?
4) QUAL É O CONHECIMENTO QUE O PROFESSOR PRECISA TER PARA ORGANIZAR SUAS AULAS ?
5) POR QUE A ADAPTAÇÃO AO MEIO LÍQUIDO É TÃO NECESSÁRIA?
6) O QUE É NECESSÁRIO NA APRENDIZAGEM DOS MOVIMENTOS PROPULSIVOS?
7) O QUE É DIFERENTE NA RESPIRAÇÃO AQUÁTICA ?
8) QUAIS OS TIPOS DE INFORMAÇÕES DADAS PELA EPIDERME, DERME E HIPODERME?
9) QUAL A IMPORTÂNCIA DAS SENSAÇÕES DE CONTATO, PRESSÃO E TEMPERATURA PARA A NATAÇÃO ?
10) QUAIS SÃO OR ORGÃOS DO OUVIDO INTERNO QUE NÃO DESEMPENHAM FUNÇÃO AUDITIVA?
11) QUAL A FUNÇÃO DOS CANAIS SEMI-CIRCULARES, SÁCULO E UTRÍCULO?
12) O QUE NOS PERMITE A REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO E DO CONHECIMENTO DO NOSSO CORPO?
13) O QUE CONTRIBUI PARA DIFICULTAR A INTEGRAÇAO NO MEIO AQUÁTICO E A PERCEPÇÃO DO ESQUEMA CORPORAL?
14) QUAL A IMPORTÂNCIA DA VISÃO NA FASE DE ADAPTAÇÃO?
15) QUAL A IMPORTÂNCIA DA VISÃO NAS COMPETIÇÕES ?
16) QUAL A IMPORTÂNCIA DA VISÃO NA APRENDIZAGEM ?
17) QUAL A DIFERENÇA OBSERVADA NO DESLOCAMENTO REALIZADO EM TERRA OU EM ÁGUA ?
18) QUAL A DIFERENÇA OBSERVADA NA RESPIRAÇÃO REALIZADA FORQA E DENTRO DA ÁGUA ?
19) O QUE OCORRE COM AS SENSAÇÕES PLANTARES NA ÁGUA ?
20) O QUE ACONTECE COM AS SENSAÇÕES VESTIBULARES NA ÁGUA ?
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Aula Prática de nado peito...
Até que enfim... conseguimos um dia bom...
confiram as fotos e os videos da nossa aula prática de nado peito...
registrados para a eternidade...
próxima aula, avaliação prática de nado peito...
encontro vocês na piscina.
Profª Marisa Sanches Nogueira
confiram as fotos e os videos da nossa aula prática de nado peito...
registrados para a eternidade...
próxima aula, avaliação prática de nado peito...
encontro vocês na piscina.
Profª Marisa Sanches Nogueira
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Próxima Aula
Prezados alunos,
conforme combinamos, nossa próxima aula ...
se o tempo estiver quente iremos para a piscina fazer aula prática de nado Peito.
se o tempo não estiver bom faremos avaliação teórica sobre saídas, viradas e chegadas.
estudem os exercícios que fizemos na ultima aula.
encontro vocês na aula.
Profª Marisa Sanches Nogueira
conforme combinamos, nossa próxima aula ...
se o tempo estiver quente iremos para a piscina fazer aula prática de nado Peito.
se o tempo não estiver bom faremos avaliação teórica sobre saídas, viradas e chegadas.
estudem os exercícios que fizemos na ultima aula.
encontro vocês na aula.
Profª Marisa Sanches Nogueira
correção dos exercicios para estudar pra prova
Exercícios para a prova
saídas, viradas e chegadas
1- qual é o juiz que faz a saída das provas ?
r- o Juiz de partida
2- o que é diferente na saída do nado costa?
r- o nado costa é o único dos 4 estilos que não faz a saída de cima da baliza, a saída é feita de dentro da água.
3- como é a voz de comando dada na saída?
r- sinal sonoro / aos seus lugares/ sinal sonoro
4- quais os estilos que fazem a saída de cima do bloco de partida?
r- crawl, peito e borboleta
5- como pode ser a posição dos pés na baliza na saída ?
r- paralelos ou um à frente outro mais atrás.
6- qual deve ser a posição da cabeça no momento da saída ?
r- concentrada com o olhar dirigido para os pés ou olhando para frente em direção a água.
7- como é feito o comando da saída do nado costa?
r- ao primeiro sinal sonoro o nadador entra na água, ao comando “aos seus lugares” o nadador se posiciona segurando na barra da baliza e com os pés na parede, no segundo sinal sonoro o nadador lança o corpo para trás iniciando o nado.
8- na saída do nado costa, em qual dos comandos o nadador entra na água?
r- ao primeiro sinal sonoro
9- qual é a saída mais rápida?
r- saída GRAB
10- como é a saída grab?
r- com os dedos dos pés fixos na borda do bloco e as mãos também agarradas no bloco de partida
11- qual é a distância submersa permitida na saída do nado costa?
r- 15 metros
12- como é o mergulho na saída do nado crawl?
r- superficial, menos profundo.
13- por que o mergulho da saída do nado crawl deve ser mais superficial ?
r- para que o nadador aflore mais rapidamente na água e comece a nadar logo
14- qual a diferença no mergulho dos nados crawl, peito e borboleta ?
r- a saída dos nados peito e borboleta o mergulho é feito mais profundamente do que na saída do nado crawl
15- por que nos nados peito e borboleta o mergulho deve ser mais profundo?
r- para potencializar a manobra realizada na saída dos nados peito e borboleta
16- qual a manobra realizada na saída do nado peito?
r- filipina
17- qual a manobra realizada na saída do nado borboleta?
r- ondulação
18- o que é saída falsa?
r- é aquela não autorizada pelo juiz de partida, onde o nadador cai na água antes do sinal sonoro
19- o que acontece quando um nadador cai na água antes do sinal sonoro?
r- ele é desclassificado
20- o que mudou na regra em relação às saídas queimadas ?
r- antes quando um nadador queimava uma saída ele era advertido e se voltasse a queimar a saída seria desclassificado. Agora se um nadador queimar uma saída ele é desclassificado imediatamente.
21- o que acontece se um competidor queimar a saída ?
r- ele é desclassificado
22- o que acontece se na hora da saída existir alguém na platéia fumando ?
r- o fumante é convidado a apagar o cigarro ou a se retirar do recinto de competição e a prova não continua enquanto isso não acontecer
23- após o posicionamento dos nadadores sobre as balizas, o que o juiz de partida deve esperar para poder dar a largada ?
r- aguardar ate que todos os competidores estejam imóveis
24- quando o juiz de partida tem autorização para dar a largada ?
r- depois que receber um sinal de OK do chefe dos cronometristas.
25- como é os dois tipos de viradas que se pode fazer no nado crawl ?
r- virada simples e virada cambalhota
26- como é feita a virada simples?
r- tocando com qualquer parte do corpo na parede
27- como é feita a virada olímpica?
r- com uma cambalhota
28- qual o tipo de virada mais rápida?
r- a virada cambalhota
29- quais os estilos que utilizam a virada olímpica?
r- crawl e costa
30- como se calcula o numero de braçadas para realizar a virada cambalhota do nado crawl ?
r- contando quantas braçadas são necessárias para se chegar ate a parede depois de passar pelo “T” que finaliza a baliza no chão da piscina
31- cite dois exercícios para o aprendizado da virada olímpica .
r- a brincadeira de “plantar bananeira”, virar cambalhota em cima da corda da raia da piscina, fazer rolamento no chão fora da água, fazer cambalhota em cima do espaghete.
32- qual o ponto de referência para o calculo da virada do nado costa ?
r- as bandeirolas que ficam a 5metros da cabeceira da piscina.
33- como o nadador consegue definir o momento de virar em decúbito ventral na virada do nado costa?
r- contando as braçadas que faz depois de passar por debaixo das bandeirolas.
34- o que acontece se o nadador apresentar movimentos propulsivos depois de virar em decúbito ventral na virada do nado costa?
r- ele é desclassificado por descaracterizar o estilo de nado
35- quais os estilos que exigem o toque das duas mãos na parede na virada?
r- peito e borboleta
36- por que nos nados peito e borboleta não se usa a virada olímpica?
r- por causa da obrigatoriedade do toque das duas mãos na parede
37- o que é exigido na virada dos nados peito e borboleta?
r- o toque das duas mãos na parede
38- o que acontece se o toque das duas mão na parede não for feito?
r- o nadador é desclassificado
39- como é feita a virada dos estilos peito e borboleta?
r- depois do toque das duas mãos na parede, uma das mãos é conduzida por dentro da água para direcionar o deslize e a outra mão é lançada em direção à outra mão por cima da água a fim de diminuir o atrito
40- qual a diferença nas manobras de virada dos nados peito e borboleta ?
r- o nado peito executa a filipina, o nado borboleta executa a ondulação
41- o que é filipina, quando ela é executada?
R- é a manobra executada no nado peito permitida na saída e na virada
42- como deve ser a respiração na virada olímpica?
r- na ultima braçada realiza-se uma inspiração profunda e a expiração deve ser mantida durante toda a manobra da virada a fim de garantir que não entre água no nariz
43- qual o segredo para melhorar o deslize depois da virada ?
r- posicionar os pés bem acima na parede, perto da superfície da água, aumentando a força do impulso
44- como deve ser a chegada dos nados crawl e costa?
r- forte, sem diminuir o ritmo do nado.
45- como deve ser a chegada dos nados peito e borboleta?
r- forte, sem diminuir o ritmo do nado e com o toque das duas mãos na parede
saídas, viradas e chegadas
1- qual é o juiz que faz a saída das provas ?
r- o Juiz de partida
2- o que é diferente na saída do nado costa?
r- o nado costa é o único dos 4 estilos que não faz a saída de cima da baliza, a saída é feita de dentro da água.
3- como é a voz de comando dada na saída?
r- sinal sonoro / aos seus lugares/ sinal sonoro
4- quais os estilos que fazem a saída de cima do bloco de partida?
r- crawl, peito e borboleta
5- como pode ser a posição dos pés na baliza na saída ?
r- paralelos ou um à frente outro mais atrás.
6- qual deve ser a posição da cabeça no momento da saída ?
r- concentrada com o olhar dirigido para os pés ou olhando para frente em direção a água.
7- como é feito o comando da saída do nado costa?
r- ao primeiro sinal sonoro o nadador entra na água, ao comando “aos seus lugares” o nadador se posiciona segurando na barra da baliza e com os pés na parede, no segundo sinal sonoro o nadador lança o corpo para trás iniciando o nado.
8- na saída do nado costa, em qual dos comandos o nadador entra na água?
r- ao primeiro sinal sonoro
9- qual é a saída mais rápida?
r- saída GRAB
10- como é a saída grab?
r- com os dedos dos pés fixos na borda do bloco e as mãos também agarradas no bloco de partida
11- qual é a distância submersa permitida na saída do nado costa?
r- 15 metros
12- como é o mergulho na saída do nado crawl?
r- superficial, menos profundo.
13- por que o mergulho da saída do nado crawl deve ser mais superficial ?
r- para que o nadador aflore mais rapidamente na água e comece a nadar logo
14- qual a diferença no mergulho dos nados crawl, peito e borboleta ?
r- a saída dos nados peito e borboleta o mergulho é feito mais profundamente do que na saída do nado crawl
15- por que nos nados peito e borboleta o mergulho deve ser mais profundo?
r- para potencializar a manobra realizada na saída dos nados peito e borboleta
16- qual a manobra realizada na saída do nado peito?
r- filipina
17- qual a manobra realizada na saída do nado borboleta?
r- ondulação
18- o que é saída falsa?
r- é aquela não autorizada pelo juiz de partida, onde o nadador cai na água antes do sinal sonoro
19- o que acontece quando um nadador cai na água antes do sinal sonoro?
r- ele é desclassificado
20- o que mudou na regra em relação às saídas queimadas ?
r- antes quando um nadador queimava uma saída ele era advertido e se voltasse a queimar a saída seria desclassificado. Agora se um nadador queimar uma saída ele é desclassificado imediatamente.
21- o que acontece se um competidor queimar a saída ?
r- ele é desclassificado
22- o que acontece se na hora da saída existir alguém na platéia fumando ?
r- o fumante é convidado a apagar o cigarro ou a se retirar do recinto de competição e a prova não continua enquanto isso não acontecer
23- após o posicionamento dos nadadores sobre as balizas, o que o juiz de partida deve esperar para poder dar a largada ?
r- aguardar ate que todos os competidores estejam imóveis
24- quando o juiz de partida tem autorização para dar a largada ?
r- depois que receber um sinal de OK do chefe dos cronometristas.
25- como é os dois tipos de viradas que se pode fazer no nado crawl ?
r- virada simples e virada cambalhota
26- como é feita a virada simples?
r- tocando com qualquer parte do corpo na parede
27- como é feita a virada olímpica?
r- com uma cambalhota
28- qual o tipo de virada mais rápida?
r- a virada cambalhota
29- quais os estilos que utilizam a virada olímpica?
r- crawl e costa
30- como se calcula o numero de braçadas para realizar a virada cambalhota do nado crawl ?
r- contando quantas braçadas são necessárias para se chegar ate a parede depois de passar pelo “T” que finaliza a baliza no chão da piscina
31- cite dois exercícios para o aprendizado da virada olímpica .
r- a brincadeira de “plantar bananeira”, virar cambalhota em cima da corda da raia da piscina, fazer rolamento no chão fora da água, fazer cambalhota em cima do espaghete.
32- qual o ponto de referência para o calculo da virada do nado costa ?
r- as bandeirolas que ficam a 5metros da cabeceira da piscina.
33- como o nadador consegue definir o momento de virar em decúbito ventral na virada do nado costa?
r- contando as braçadas que faz depois de passar por debaixo das bandeirolas.
34- o que acontece se o nadador apresentar movimentos propulsivos depois de virar em decúbito ventral na virada do nado costa?
r- ele é desclassificado por descaracterizar o estilo de nado
35- quais os estilos que exigem o toque das duas mãos na parede na virada?
r- peito e borboleta
36- por que nos nados peito e borboleta não se usa a virada olímpica?
r- por causa da obrigatoriedade do toque das duas mãos na parede
37- o que é exigido na virada dos nados peito e borboleta?
r- o toque das duas mãos na parede
38- o que acontece se o toque das duas mão na parede não for feito?
r- o nadador é desclassificado
39- como é feita a virada dos estilos peito e borboleta?
r- depois do toque das duas mãos na parede, uma das mãos é conduzida por dentro da água para direcionar o deslize e a outra mão é lançada em direção à outra mão por cima da água a fim de diminuir o atrito
40- qual a diferença nas manobras de virada dos nados peito e borboleta ?
r- o nado peito executa a filipina, o nado borboleta executa a ondulação
41- o que é filipina, quando ela é executada?
R- é a manobra executada no nado peito permitida na saída e na virada
42- como deve ser a respiração na virada olímpica?
r- na ultima braçada realiza-se uma inspiração profunda e a expiração deve ser mantida durante toda a manobra da virada a fim de garantir que não entre água no nariz
43- qual o segredo para melhorar o deslize depois da virada ?
r- posicionar os pés bem acima na parede, perto da superfície da água, aumentando a força do impulso
44- como deve ser a chegada dos nados crawl e costa?
r- forte, sem diminuir o ritmo do nado.
45- como deve ser a chegada dos nados peito e borboleta?
r- forte, sem diminuir o ritmo do nado e com o toque das duas mãos na parede
exercicios para prova
saídas, viradas e chegadas
1- qual é o juiz que faz a saída das provas ?
2- o que é diferente na saída do nado costa?
3- como é a voz de comando dada na saída?
4- quais os estilos que fazem a saída de cima do bloco de partida?
5- como pode ser a posição dos pés na baliza na saída ?
6- qual deve ser a posição da cabeça no momento da saída ?
7- como é feito o comando da saída do nado costa ?
8- na saída do nado costa, em qual dos comandos o nadador entra na água?
9- qual é a saída mais rápida?
10- como é a saída grab?
11- qual é a distância submersa permitida na saída do nado costa?
12- como é o mergulho na saída do nado crawl?
13- por que o mergulho da saída do nado crawl deve ser mais superficial ?
14- qual a diferença no mergulho dos nados crawl, peito e borboleta ?
15- por que nos nados peito e borboleta o mergulho deve ser mais profundo?
16- qual a manobra realizada na saída do nado peito?
17- qual a manobra realizada na saída do nado borboleta?
18- o que é saída falsa?
19- o que acontece quando um nadador cai na água antes do sinal sonoro?
20- o que mudou na regra em relação às saídas queimadas ?
21- o que acontece se um competidor queimar a saída ?
22- o que acontece se na hora da saída existir alguém na platéia fumando ?
23- após o posicionamento dos nadadores sobre as balizas, o que o juiz de partida deve esperar para poder dar a largada ?
24- quando o juiz de partida tem autorização para dar a largada ?
25- como é os dois tipos de viradas que se pode fazer no nado crawl ?
26- como é feita a virada simples?
27- como é feita a virada olímpica?
28- qual o tipo de virada mais rápido?
29- quais os estilos que utilizam a virada olímpica?
30- como se calcula o numero de braçadas para realizar a virada cambalhota do nado crawl ?
31- cite dois exercícios para o aprendizado da virada olímpica .
32- qual o ponto de referência para o calculo da virada do nado costa ?
33- como o nadador consegue definir o momento de virar em decúbito ventral na virada do nado costa?
34- o que acontece se o nadador apresentar movimentos propulsivos depois de virar em decúbito ventral na virada do nado costa?
35- quais os estilos que exigem o toque das duas mãos na parede na virada?
36- por que nos nados peito e borboleta não se usa a virada olímpica?
37- o que é exigido na virada dos nados peito e borboleta?
38- o que acontece se o toque das duas mão na parede não for feito ?
39- como é feita a virada dos estilos peito e borboleta?
40- qual a diferença nas manobras de virada dos nados peito e borboleta ?
41- o que é filipina, quando ela é executada?
42- como deve ser a respiração na virada olímpica?
43- qual o segredo para melhorar o deslize depois da virada ?
44- como deve ser a chegada dos nados crawl e costa?
45- como deve ser a chegada dos nados peito e borboleta?
1- qual é o juiz que faz a saída das provas ?
2- o que é diferente na saída do nado costa?
3- como é a voz de comando dada na saída?
4- quais os estilos que fazem a saída de cima do bloco de partida?
5- como pode ser a posição dos pés na baliza na saída ?
6- qual deve ser a posição da cabeça no momento da saída ?
7- como é feito o comando da saída do nado costa ?
8- na saída do nado costa, em qual dos comandos o nadador entra na água?
9- qual é a saída mais rápida?
10- como é a saída grab?
11- qual é a distância submersa permitida na saída do nado costa?
12- como é o mergulho na saída do nado crawl?
13- por que o mergulho da saída do nado crawl deve ser mais superficial ?
14- qual a diferença no mergulho dos nados crawl, peito e borboleta ?
15- por que nos nados peito e borboleta o mergulho deve ser mais profundo?
16- qual a manobra realizada na saída do nado peito?
17- qual a manobra realizada na saída do nado borboleta?
18- o que é saída falsa?
19- o que acontece quando um nadador cai na água antes do sinal sonoro?
20- o que mudou na regra em relação às saídas queimadas ?
21- o que acontece se um competidor queimar a saída ?
22- o que acontece se na hora da saída existir alguém na platéia fumando ?
23- após o posicionamento dos nadadores sobre as balizas, o que o juiz de partida deve esperar para poder dar a largada ?
24- quando o juiz de partida tem autorização para dar a largada ?
25- como é os dois tipos de viradas que se pode fazer no nado crawl ?
26- como é feita a virada simples?
27- como é feita a virada olímpica?
28- qual o tipo de virada mais rápido?
29- quais os estilos que utilizam a virada olímpica?
30- como se calcula o numero de braçadas para realizar a virada cambalhota do nado crawl ?
31- cite dois exercícios para o aprendizado da virada olímpica .
32- qual o ponto de referência para o calculo da virada do nado costa ?
33- como o nadador consegue definir o momento de virar em decúbito ventral na virada do nado costa?
34- o que acontece se o nadador apresentar movimentos propulsivos depois de virar em decúbito ventral na virada do nado costa?
35- quais os estilos que exigem o toque das duas mãos na parede na virada?
36- por que nos nados peito e borboleta não se usa a virada olímpica?
37- o que é exigido na virada dos nados peito e borboleta?
38- o que acontece se o toque das duas mão na parede não for feito ?
39- como é feita a virada dos estilos peito e borboleta?
40- qual a diferença nas manobras de virada dos nados peito e borboleta ?
41- o que é filipina, quando ela é executada?
42- como deve ser a respiração na virada olímpica?
43- qual o segredo para melhorar o deslize depois da virada ?
44- como deve ser a chegada dos nados crawl e costa?
45- como deve ser a chegada dos nados peito e borboleta?
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
A importância da Avaliação Física
A Qualidade Faz a Diferença
(Profa. Daisy Pinheiro)
Atualmente, há uma grande procura pela prática de atividades físicas. Porém, a falta de orientação especializada e adequada aos objetivos e limitações de cada pessoa acaba por conduzi-las à prática de exercícios sem nenhum tipo de avaliação, pondo em risco a sua saúde, principalmente, àqueles com mais de 35 anos que apresentam fatores de risco cardiovasculares. Isso faz da avaliação física um componente indispensável para a elaboração de um correto e eficiente programa de exercícios.
Para uma boa avaliação física temos de analisar muitas variáveis: antropométricas; composição corporal; análise postural; avaliações metabólicas e neuromusculares; avaliações nutricionais, psicológica e social. Estas duas últimas são essenciais para que um programa de treinamento tenha pleno sucesso, porque nos dão acesso aos hábitos e à personalidade da pessoa.
Associando a identificação de parâmetros pessoais de cada um com todas as outras variáveis conseguimos descobrir uma ou mais atividades prazerosas para que o indivíduo com elas se identifique, e alcance os objetivos pretendidos sem ser contrariado.
Quando uma pessoa não se identifica com algum aspecto de uma atividade física é natural que a abandone. É difícil alguém continuar por muito tempo algo que não lhe dê prazer. Se faz então, mais do que necessário, uma avaliação completa, envolvendo todas as variáveis biopsicossociais para que a maioria das pessoas não desista antes de desenvolver o hábito de praticar algum tipo de exercício físico, adquirindo assim seu verdadeiro seguro saúde.
Uma avaliação bem feita é aquela em que se utiliza critérios e protocolos bem selecionados, fornecendo dados quantitativos e qualitativos que indique, através de análises e comparações, a real situação em que se encontra o avaliado. Em meio a tanto conhecimento técnico-científico, não se pode mais permitir a utilização do protocolo do "achismo", ainda empregado por alguns profissionais em suas avaliações. Só é possível fazer um programa de exercícios com qualidade e segurança com uma avaliação física em que se utilize metodologia, protocolos e critérios de avaliação adequados.
Além disso, as avaliações devem ser periódicas e sucessivas, permitindo uma comparação para que possamos acompanhar o progresso do avaliado com precisão, sabendo se houve evolução positiva ou negativa. Dessa forma, é possível reciclar o programa de treinamento e estabelecer novas metas.
A Qualidade Faz a Diferença
(Profa. Daisy Pinheiro)
Atualmente, há uma grande procura pela prática de atividades físicas. Porém, a falta de orientação especializada e adequada aos objetivos e limitações de cada pessoa acaba por conduzi-las à prática de exercícios sem nenhum tipo de avaliação, pondo em risco a sua saúde, principalmente, àqueles com mais de 35 anos que apresentam fatores de risco cardiovasculares. Isso faz da avaliação física um componente indispensável para a elaboração de um correto e eficiente programa de exercícios.
Para uma boa avaliação física temos de analisar muitas variáveis: antropométricas; composição corporal; análise postural; avaliações metabólicas e neuromusculares; avaliações nutricionais, psicológica e social. Estas duas últimas são essenciais para que um programa de treinamento tenha pleno sucesso, porque nos dão acesso aos hábitos e à personalidade da pessoa.
Associando a identificação de parâmetros pessoais de cada um com todas as outras variáveis conseguimos descobrir uma ou mais atividades prazerosas para que o indivíduo com elas se identifique, e alcance os objetivos pretendidos sem ser contrariado.
Quando uma pessoa não se identifica com algum aspecto de uma atividade física é natural que a abandone. É difícil alguém continuar por muito tempo algo que não lhe dê prazer. Se faz então, mais do que necessário, uma avaliação completa, envolvendo todas as variáveis biopsicossociais para que a maioria das pessoas não desista antes de desenvolver o hábito de praticar algum tipo de exercício físico, adquirindo assim seu verdadeiro seguro saúde.
Uma avaliação bem feita é aquela em que se utiliza critérios e protocolos bem selecionados, fornecendo dados quantitativos e qualitativos que indique, através de análises e comparações, a real situação em que se encontra o avaliado. Em meio a tanto conhecimento técnico-científico, não se pode mais permitir a utilização do protocolo do "achismo", ainda empregado por alguns profissionais em suas avaliações. Só é possível fazer um programa de exercícios com qualidade e segurança com uma avaliação física em que se utilize metodologia, protocolos e critérios de avaliação adequados.
Além disso, as avaliações devem ser periódicas e sucessivas, permitindo uma comparação para que possamos acompanhar o progresso do avaliado com precisão, sabendo se houve evolução positiva ou negativa. Dessa forma, é possível reciclar o programa de treinamento e estabelecer novas metas.
PRECISO FAZER EXAME MÉDICO ANTES DE ME EXERCITAR ?
Atividades fisicas devem ser recomendadas para a maioria das pessoas, mas é desnecessário e inviável financeiramente submeter todo mundo a um exame médico prévio, ou seja, o exame médico pedido em algumas academias, clubes , etc... já não é necessário para todos.
Para evitar que portadores de patologias especialmente cardiovasculares, sejam colocadas em risco durante as atividades físicas, foram desenvolvidos procedimentos que selecionam aqueles que podem iniciar o programa imediatamente, remetendo os demais ao exame médico.
O método/teste deve ser feito com todos os indivíduos inclusive crianças, adolescentes e idosos antes da avaliação fisica ou de iniciar um programa de atividades fisicas. (ACMS,1998a)
Os dois testes abaixo devem ser preenchidos e as pessoas que responderam "não"a todas as perguntas do PAR-Q (1) e possuem menos de dois fatores de risco no outro teste (2), não precisam de exame médico prévio e podem procurar um professor de E.F para a avaliação funcional (física) e prescrição de exercícios. Mas os que responderem "sim" a alguma das perguntas no PAR-Q (1) ou que possuam 2 ou mais fatores de risco no teste (2), devem procurar um médico para uma avaliação prévia.
Uma vez liberadas pelo médico devem procurar o profissional competente a cada caso, veja: Recomendações para a atividade física de acordo com a classificação do grupo
Atividades fisicas devem ser recomendadas para a maioria das pessoas, mas é desnecessário e inviável financeiramente submeter todo mundo a um exame médico prévio, ou seja, o exame médico pedido em algumas academias, clubes , etc... já não é necessário para todos.
Para evitar que portadores de patologias especialmente cardiovasculares, sejam colocadas em risco durante as atividades físicas, foram desenvolvidos procedimentos que selecionam aqueles que podem iniciar o programa imediatamente, remetendo os demais ao exame médico.
O método/teste deve ser feito com todos os indivíduos inclusive crianças, adolescentes e idosos antes da avaliação fisica ou de iniciar um programa de atividades fisicas. (ACMS,1998a)
Os dois testes abaixo devem ser preenchidos e as pessoas que responderam "não"a todas as perguntas do PAR-Q (1) e possuem menos de dois fatores de risco no outro teste (2), não precisam de exame médico prévio e podem procurar um professor de E.F para a avaliação funcional (física) e prescrição de exercícios. Mas os que responderem "sim" a alguma das perguntas no PAR-Q (1) ou que possuam 2 ou mais fatores de risco no teste (2), devem procurar um médico para uma avaliação prévia.
Uma vez liberadas pelo médico devem procurar o profissional competente a cada caso, veja: Recomendações para a atividade física de acordo com a classificação do grupo
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